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Refinanciamento
de Empréstimo
Consignado

Juros baixos, parcelas menores e mais tempo para pagar. Muitos benefícios nasuaconta.

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Vantagens de refinanciar o seu Empréstimo Consignado

Quem pode refinanciar o Empréstimo Consignado?

O refinanciamento está disponível para quem tem acesso à crédito consignado: aposentados e pensionistas INSS; servidores públicos; e trabalhadores de empresas privadas.

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Tire suas dúvidas sobre o Refinanciamento de Empréstimo Consignado

O que é o refinanciamento do empréstimo consignado? Ver Resposta

Quando se trata de um empréstimo consignado, o refinanciamento é uma forma de renegociar a dívida. Esse processo de renegociação deve, por definição, acontecer com a mesma instituição financeira em que o empréstimo original foi contratado.
Quem faz um refinanciamento busca um novo contrato para reorganizar a sua situação financeira. Esse novo contrato deve necessariamente substituir o contrato anterior.

Além de buscar melhores condições nas taxas, quem procura um refinanciamento normalmente precisa de algo mais: crédito ou prazo. Felizmente, para os clientes, as duas opções estão disponíveis. Em outras palavras, é possível tanto negociar um prazo novo quanto tomar mais dinheiro emprestado e, inclusive, é possível fazer as duas coisas ao mesmo tempo: receber dinheiro e prolongar o prazo.

Como funciona o refinanciamento do empréstimo consignado? Ver Resposta

Quem procura um refinanciamento está em busca de alguma alternativa para melhorar as condições de um contrato. Ou seja, é uma forma de alterar as características de um contrato para que ele se torne mais vantajoso. Esse método é ainda melhor do que, por exemplo, fazer um novo contrato e ficar com duas parcelas. Afinal, quem faz o refinanciamento fica com apenas uma parcela e com um contrato que será potencialmente mais fácil de pagar.

Outra vantagem do refinanciamento é ter acesso a mais crédito. Isso acontece porque para fazer o refinanciamento é necessário já ter quitado uma parcela da dívida original. Apesar de não existir definição legal sobre o assunto, as instituições financeiras costumam exigir que um valor entre 15% e 30% já tenha sido pago. Isso significa que a margem que já está quitada pode ser tomada como empréstimo novamente. Nesse tipo de contrato, é normal que o valor da parcela não seja alterado. Ou seja, a mudança ocorre no prazo total do contrato.

Outra boa alternativa existe para quem não precisa tomar mais dinheiro emprestado. É a possibilidade de rever o prazo total, espalhando a dívida ao longo de mais parcelas e, consequentemente, diminuindo o valor de cada parcela.

O aspecto burocrático também é facilitado no refinanciamento. Porque, como explicado anteriormente, o contrato novo será com a mesma instituição financeira que o anterior. Isso significa que o cliente já tem um histórico de relacionamento com a empresa que oferece o refinanciamento.

Como fazer para refinanciar um empréstimo? Ver Resposta

Primeiramente, é preciso ter um contrato vigente. Ou seja, para refinanciar um empréstimo consignado é necessário ter um empréstimo consignado. Mas isso não é tudo, naturalmente. Também é preciso já ter quitado uma parte do seu empréstimo consignado atual. A porcentagem pode variar dependendo de cada instituição financeira, mas costuma ser necessário já ter quitado entre 15% e 30% da dívida do contrato antes de solicitar o refinanciamento.
Depois de tomar a decisão pelo refinanciamento, basta entrar em contato com a instituição financeira responsável pelo contrato atual. Eles deverão informar os detalhes e as condições do novo contrato para tentar chegar em um acordo.

Por fim, quando a instituição financeira e o cliente chegam, finalmente, a um acordo, o novo contrato é assinado. Depois disso, basta esperar entre 7 e 10 dias úteis para o contrato se tornar válido e, se for o caso, o novo valor tomado cair na sua conta.
Seja como for, o pagamento automático das parcelas mensais segue da maneira que sempre foi, apenas alterando o valor da parcela, quando for o caso.

Quando fazer um refinanciamento de empréstimo? Ver Resposta

De maneira geral, o refinanciamento é uma boa alternativa para os clientes com alguma pendência financeira não resolvida. Em outras palavras, são clientes que precisam tomar mais dinheiro emprestado, ou pelo menos diminuir o valor da parcela mensal.

É difícil afirmar com precisão o momento em que cada cliente deve ou não buscar o refinanciamento. Mas uma coisa é certa, o fator “quando” também é determinado pelo tanto do empréstimo que já foi quitado. Nesse caso, a resposta é: entre 15% e 30%. Essa margem existe porque cada instituição financeira tem o seu próprio cálculo para aceitar ou não um novo contrato.

Dito isso, o momento do refinanciamento é quando o cliente percebe que não tem mais condições de pagar a parcela. Ou seja, é necessário diminuir o valor pago mensalmente e aumentar o prazo.

Além disso, outro momento crucial para o refinanciamento é, naturalmente, quando existe a necessidade de tomar mais dinheiro emprestado. Dessa forma, os clientes buscam um novo contrato para garantir ter organização financeira enquanto recebem mais dinheiro no curto prazo.

Quem pode solicitar o refinanciamento do consignado? Ver Resposta

De maneira geral, todos os clientes que podem contratar um empréstimo consignado podem, também, solicitar o refinanciamento. Esses clientes são divididos em alguns grupos, que você pode conferir a seguir.
Servidores públicos – pessoas que trabalham a serviço da administração pública, independente de ser na esfera municipal, estadual ou federal (SIAPE).
Militares das forças armadas – pessoas que fazem parte das forças armadas, como a Marinha, o Exército e a Aeronáutica.
Aposentados do INSS – pessoas que já contribuíram com o sistema previdenciário durante algum tempo e que hoje recebem a aposentadoria, um benefício da Previdência Social.
Trabalhadores do setor privado em regime CLT – pessoas que possuem carteira assinada. Mas desde que a empresa empregadora entre em acordo com uma instituição financeira que ofereça empréstimo consignado.
Pensionistas da Previdência Social – pessoas que recebem pensões, o que geralmente acontece com dependentes de alguém que recebia aposentadoria.

Quais contratos podem ser refinanciados? Ver Resposta

Em tese, todo e qualquer contrato pode passar por um processo de refinanciamento. Entretanto, como era de se esperar, é necessário que a instituição financeira e o cliente entrem em um acordo. Ou seja, ambos precisam concordar com os termos do novo contrato.
Para isso, é importante ressaltar algumas condições importantes que os clientes devem cumprir. Primeiramente, é necessário que o contrato vigente já tenha sido pago parcialmente. A quantia dessa parcela paga pode variar de uma instituição financeira para outra.

Além disso, o cliente também não pode ter comprometido a sua margem consignável em outro contrato com outra empresa. Ou seja, não adianta quitar 30% do seu empréstimo consignável, fazer outro empréstimo consignado e depois, sem margem consignável, tentar refinanciar o contrato anterior.

Vale a pena fazer refinanciamento de empréstimo consignado? Ver Resposta

Sim, vale muito a pena. Isso porque o empréstimo consignado tem as melhores taxas do mercado. Então, na prática, vale muito mais a pena fazer um refinanciamento de empréstimo consignado do que outros tipos de empréstimo.

Ele tem juros mais baixos, facilita a organização financeira, é descontado automaticamente, não consulta SPC ou Serasa e ainda pode ter prazos muito mais longos do que outras modalidades. Além disso, também é possível fazer o refinanciamento e receber o “troco”, que significa mais dinheiro emprestado.

Quais as diferenças entre refinanciamento de empréstimo e portabilidade? Ver Resposta

Na prática, portabilidade e refinanciamento têm uma diferença extremamente importante: a empresa com a qual o contrato é feito. Ambos os termos se referem a novos contratos que visam substituir contratos anteriores.

Quando o contrato é feito com uma nova empresa, isso é chamado de portabilidade. Assim, a nova instituição quita a sua dívida do contrato original e você passa a dever apenas o novo contrato.

Por outro lado, se o novo contrato for feito com a mesma instituição financeira que já era responsável pelo contrato anterior, o procedimento se chama refinanciamento de empréstimo consignado. Esse processo também pode ser chamado de renovação de empréstimo.

O que fazer quando ainda não posso fazer o refinanciamento no meu banco atual? Ver Resposta

Se o seu banco atual não permite que o refinanciamento do empréstimo consignado seja feito, você tem duas opções.
A primeira é continuar pagando as parcelas todos os meses e esperar que um montante maior da dívida seja quitado. Assim, com mais margem consignável, pode ser que o banco aceite fazer o refinanciamento no futuro.

Outra alternativa é buscar a portabilidade de crédito. A portabilidade, como explicado anteriormente, funciona de um jeito muito parecido com o refinanciamento, mas com outra empresa. Ou seja, você faz um contrato com uma nova instituição financeira, ela quita a sua dívida anterior e você passa a pagar apenas o contrato novo, feito com a instituição nova, que substituiu o contrato anterior.

Vantagens do refinanciamento do consignado Ver Resposta

O refinanciamento de empréstimo consignado é, de fato, um procedimento mais vantajoso do que as outras alternativas do mercado. Se você quer entender melhor os pontos positivos do refinanciamento, confira a lista de vantagens a seguir.

Facilidade no contrato

O fato do refinanciamento ser feito na mesma empresa do contrato anterior é um facilitador. Afinal, a instituição financeira já possui todos os dados necessários para realizar o contrato. Além disso, é preciso levar em consideração que já existe uma relação entre a instituição e o cliente. Dessa forma, a aprovação do novo contrato acaba acontecendo de forma mais rápida e menos burocrática.

Receba mais dinheiro (troco).

Ao fazer um refinanciamento, é possível ter acesso a mais crédito. Ou seja, receber mais dinheiro por conta da alteração contratual. Esse valor também é conhecido como “troco”, e de maneira geral costuma significar que o prazo total para o pagamento do contrato também vai aumentar.

Mudança no prazo

Além de modificar o valor da parcela, também é possível aumentar a quantidade de parcelas remanescentes. Ou seja, você pode diluir o restante da dívida ao longo de mais tempo. Dessa forma, o valor da parcela mensal vai diminuir e o cliente tem mais chances de se organizar financeiramente.